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Covid-19 faz Paramaunt lançar digitalmente “Sonic – O Filme”

Ao redor do globo, o Coronavírus está obrigando os espaços sociais a fechar, incluindo os cinemas. Essa realidade fez com que “Sonic – O Filme” tivesse seu lançamento digital antecipado, por decisão da Paramount Pictures. Saiba mais.

O avanço da Covid-19 tem gerado preocupações por todo o mundo, fazendo com que, seguindo as diretrizes da Organização Mundial de Saúde (OMS), muitos países estejam tomando medidas que incluem o fecho de suas fronteiras, a quarentena da população e também o fechamento de espaços públicos.

No Brasil, várias empresas têm, nesse momento, suas portas encerradas e seus trabalhadores em regime de teletrabalho. Além disso, muitos espaços comerciais e de lazer, como os cinemas estão também encerrados.
Apesar de o discurso do presidente Jair Bolsonaro minimizar a doença, vários estados estão mantendo as diretivas da OMS e não levantarão a quarentena, sentindo que esse é o passo mais seguro para garantir a segurança de todos.

Essa não é apenas a realidade brasileira. Recolhidas do mundo, as pessoas estão buscando alternativas para preencher seus dias. Algumas, procurando novas formas de trabalho explorando, por exemplo, formas de design para criarem suas lojas online (clique aqui para saber mais) ou plataformas de trabalho a partir de casa. O facto é que, ao redor do globo, as pessoas estão passando mais tempo nas suas casas e estão sendo impedidas de fazer suas rotinas cotidianas normais e de visitar espaços de lazer.  Perante isso, as grandes empresas estão se adaptando. Saiba como isso afetou o lançamento de “Sonic – o filme”.

A decisão da Paramount Pictures

Perante o fechamento de cinemas ao redor do globo pelo surto de Covid-19, a Paramount Pictures decidiu que a longa metragem do Sonic terá um lançamento digital antecipado no dia 31 de Março de 2020. A antecipação desse filme, que estava em cartaz, é uma forma de levar, com a rapidez do personagem, um pouco de alento às populações perante o avanço da pandemia de Coronavírus no mundo. Essa informação foi passada através da revista Variety, onde Paramount Pictures revelou o aceleramento do lançamento do filme em modo digital, apenas 46 dias após o seu lançamento oficial na telinha.

Alguns dados sobre “Sonic – O Filme”

Nos Estados Unidos da América (EUA), durante as suas semanas em cartaz, esse filme faturou 146 milhões de dólares. Mundialmente, conquistou 306 milhões de dólares. Esse filme foi muito procurado no Brasil e foi, também, o filme baseado num videogame com maior procura de sempre nos EUA.

Esse filme conta a história de Sonic – o personagem ouriço mais rápido do globo – e de sua união Tom Wachowski (protagonizado por James Marsden) na defesa do mundo face ao temível Dr. Robotnik (protagonizado por Jim Carrey).

O lançamento do filme já tinha sido adiado, já que as reações dos fãs obrigaram a produtora a redesenhá-lo antes de seu lançamento. Nesse momento, é esperado que sua chegada nas plataformas digitais aconteça pelo dia 31 de Março de 2020, trazendo algum alento no momento difícil que o mundo vive atualmente.

Conteúdo produzido por colaborador independente da Power Sonic

Criptografar informações ou não criptografar: eis a questão

A série Sonic já foi muito prejudicada no passado com problema de vazamentos de games e informações. Quem não se lembra do caso Sonic 4? Segurar um dado na internet parece algo bem difícil, mas é possível evitar com o uso de uma boa tecnologia de criptografia. Nos tempos de hoje cada vez mais se fala abertamente sobre como criptografar seus dados; se vê políticos e empresas degladiando em julgamentos por informações sigilosas que foram extraviadas, e a palavra criptografia está sempre relacionada à segurança das suas informações, mas a tendência do cidadão comum é se distanciar dessa realidade. Será que ela está tão longe de nós assim?

O que é criptografia

A criptografia (kriptos – escondida, graphien – escrita) foi inventada na Grécia antiga com o objetivo de não permitir que mensagens de guerras fossem interceptadas por inimigos, basicamente eram alfabetos trocados numa ordem lógica onde os receptores decodificariam a mensagem entendendo esta mesma lógica.

O primeiro famoso código criptográfico, a cifra de Cézar, consistia apenas em utilizar o mesmo alfabeto romano pulando três casas, criando um texto sem sentido semântico a ser decodificado pelos receptores. Esta tática foi abandonada rapidamente após o código ter sido descoberto.

Criptografia nos tempos atuais

Hoje, num mundo onde dependemos da internet para praticamente todas as trocas de informações em nossas vidas, a criptografia voltou como um grande suporte de segurança para nossas empresas e dados pessoais.

Redes Privadas Virtuais são ferramentas que, usando tecnologias análogas às normas de segurança do governo americano, se armam de distintas formas para gerir e endereçar suas informações de maneira segura ou seja, ela transforma seus dados em dados encriptados, não reconhecíveis, e no final da linha são desencriptados para ser endereçados ao destinatário. Quase como uma brincadeira infantil que não permite que pessoas que não fazem parte do grupo entendam seu linguajar.

Essas redes são chamadas VPNs, redes privadas virtuais em sua tradução direta. Têm a propriedade de criar um fluxo independente e codificado de dados dentro da rede pública de informações. São as VPNs a forma de não deixar óbvia sua senha de banco ou troca de fotos quando usar a internet compartilhada ou mesmo quando se está utilizando um provedor de internet.  A VPN que recomendamos é a ExpressVPN.

Famosos casos de compartilhamento de informações sigilosas

“Você precisa entender que quando são oferecidos serviços gratuitos, você e as suas informações são o pagamento.”

Um dos maiores defensores da criptografia de informações é o Edward Snowden que em suas divulgações de informações do sistema de segurança global da NSA (agência de Segurança Americana) deixou duas coisas muito claras para o mundo: o quanto o governo americano estava monitorando as conversas e mensagens que lhes interessava, quanto da necessidade do mundo se precaver em suas trocas e encriptar suas conversas.

Hoje refugiado na Rússia, Edward Snowden defende os direitos dos jornalistas livres e recomenda proteção aos cidadãos em todos os casos, pois, mesmo sendo cidadãos comuns estamos vendendo informações de consumo e perfis que podem ser facilmente utilizados por empresas e políticos mal intencionados.

As diversas formas de criptografia

Mas, quais são e o quão seguras são as mensagens criptografadas nas redes privadas virtuais? 

Mais de um protocolo é utilizado no compartilhamento de informações nas VPNs. O mais utilizados são AES-256, 3DES, RC AES, TLS Tunneling e SSL, e os algoritmos do modelo criptográfico podem constituir um formato chamado simétrico, onde a mesma chave é utilizada nas duas pontas da comunicação, ou assimétrico, onde se usam códigos diferentes; o primeiro numa rede pública e, para desencriptar em uma rede privada, um código distinto é utilizado.

Criptografando filmes

A indústria cinematográfica está utilizando nos dias atuais, mais que nunca, da criptografia com o intuito, primeiro, de encontrar e combater a pirataria e, mais que isso, garantir que o fluxo de informações e links enviados para as salas de cinema não sejam extraviados no meio do caminho. Por exemplo, a Paramount Pictures, distribuidora do último blockbuster Sonic the Hedgehog coloca chaves na informação de dados (DCP, digital cinema packages) e, além disso os envia aos cinema através de Redes Particulares seguras, evitando assim, que o porco espinho azul, mascote da empresa japonesa  SEGA caia nas redes de compartilhamento gerando prejuízos milionários.

Artigo de colaborador independente da Power Sonic

Retrospectiva dos Anos 2010

E encerra o ano de 2019, fechando não só um ciclo de um ano, como também os anos “10” (em História, o padrão é considerar uma década do ano 1 ao ano 0, pois não existiu um ano zero, logo, pelos historiadores a década começaria em 2021 e ao contrário do que a galera anda dizendo, NÃO, não está terminando a década). A partir de amanhã já estaremos nos anos 20 e os anos 90 já terão ficado há 30 anos atrás. Em termos de Sonic, isso significa que em 2021 o ouriço completará 30 anos de série. Nosso site, no mesmo ano, completará 20 anos de existência.

E como foram os anos 10 do Sonic? Bom, entre altos e baixos, talvez mais baixos que altos, o ouriço conviveu ao longo destes anos com diversas “sentenças de morte” proclamadas pelos seus próprios fãs, como dissemos em nossa mensagem de Natal.

Se voltarmos ao contexto pré-anos 2010, teremos a primeira sentença de morte do Sonic (segundo seus fãs mais enfadonhos, como diria o Zé Graça) em 1998, com Sonic Adventure. Inobstante a persistência do ouriço, que aguentou 1999 e 2000, depois, teria morrido em 2001 com Sonic Adventure 2.

Mas o ouriço e a Sega não desistem e passou 2002. Depois em 2003 tivemos a próxima morte com Sonic Heroes. Agora vai, segundo os incautos diziam. Mas… passou 2004, 2005. Chega 2006. 15 anos de série. Tudo a mil alegrias e o jogo que seria o novo reboot foi lançado. O “Sonic Adventure” da next-generation foi lançado e, agora, como diria o personagem Nerso da Capitinga: o Sonic “mórréu”. Sonic 2006 realmente teria sido o auge da crise do ouriço e seria impossível passar de 2006. Os enfadonhos já preparavam o funeral.

Mas… passou 2007, 2008, 2009 e chegamos em 2010. E como foi este ano? 2010 foi muito interessante, pois neste ano foram lançados Sonic 4 Episode I e Sonic Colors. O primeiro veio proclamado como sendo a continuação natural de Sonic 3 & Knuckles. Imagine como seria fazer um game do Sonic em 2D em um console de 2010?

A ideia foi ótima, mas o jogo talvez virou um híbrido irreconhecível. Não resgatou o lado clássico e ao mesmo tempo não abriu mão do lado moderno conturbado do Sonic, com estilo de fases típicas de jogos da série moderna. A aposta não foi das melhores (a aposta certeira viria alguns anos depois).

Sonic Colors, a seu turno, foi um sucesso absoluto, apesar da exclusividade da Nintendo, que impediu o relançamento deste game em outras plataformas (e ao final acabaria não mais sendo relançado até os dias de hoje, para desespero dos fãs). Com gráficos em 3D com boa engine, Sonic Colors fez a transição 3D da próxima geração de games melhor do que os  jogos anteriores, que patinaram nesta árdua missão.

A década começou a turbo! A receita parecia certa, agora era só colher os frutos. E embalado nesta ideia veio Sonic Generations, o jogo dos 20 anos do Sonic em 2011, que procurando sepultar o fracasso de Sonic 2006, trouxe num mesmo game um cross-over inesperado entre o Sonic clássico e o Sonic moderno, ainda que para isso tivesse de quebrar um pouco o enredo e a sequência de história da série. E o resultado foi… bingo! A Sega acertou. O jogo foi ótimo, mas não seria possível pelo caráter especial do jogo, que isso fosse um parâmetro para os próximos jogos. Ainda em 2010 tivemos o Stars Racing, jogo de corrida – bom, mas que não tem para os fãs o mesmo impacto de um plataforma, afinal, é um desses jogos que poderiam ter qualquer outro personagem no lugar.

A coisa ia muito bem! 2010 e 2011 tiveram sua lição de casa feita. E agora era só surfar na onda… mas a onda não foi tão favorável nos anos seguintes… em 2012 tivemos o Sonic 4 Episode II, também bem “meia sola” como o primeiro, e dois jogos genéricos com personagens da série, desses que se faz para vender: olimpíadas e o All Stars Racing Transformed.

Após bambear em 2012, era preciso ver até que o ponto a onda havia arrebentado. E vem 2013, com mais jogos fracos e com o jogo de plataforma sendo o Sonic Lost World. A ideia não deu certo. Em um acordo comercial com a Nintendo, a Sega tentou adaptar a sua franquia para o estilo do público nintendista e é claro que isso não poderia dar certo: não teve repercussão no novo nicho que a Sega buscava e ao mesmo tempo não foi aceito por seus fãs.

A Sega havia perdido a mão. Poderiam os enfadonhos fãs considerarem que a Sega não soube surfar e agora sim matou a sua série? Talvez. Mas para quem já havia sobrevivido a pelo menos 4 mortes, talvez ainda haveria mais uma bala na agulha.

A Sega faz um teste: chama os fãs para a equipe e esta equipe adapta e renderiza o Sonic 1 e o Sonic 2 para Android e o resultado não poderia ter sido melhor: ofuscando completamente tudo o que havia acontecido com Sonic Lost World, o destaque de 2013 foi realmente o relançamento dos game clássicos do Sonic. De quebra os fãs foram agraciados com a lendária Hidden Palace do Sonic 2 jogável.

E em 2014, ainda no acordo comercial com a Nintendo, de exclusividade da Nintendo para os jogos plataformas, a Sega lança todas as suas fichas naquilo que seria a nova geração do Sonic (embora eles juuurem de pés juntos que foi apenas uma série “off” do ouriço, mas todos os elementos da época apontavam que seria o novo padrão do Sonic): Sonic Boom.

Não contente com o erro de Sonic Lost World, a Sega persiste na sua hercúlea missão de como desagradar os fãs: investe em um redesign caricato e infantilizado e tenta lançar uma nova série do Sonic. Não bastasse isso, hypou dizendo que 2014 seria o “Ano do Sonic”. A ideia não poderia ser pior: os jogos definitivamente não agradaram aos fãs. E a sensação era que realmente agora sim, finalmente, enfim, realmente, de fato e de direito, a Sega havia sepultado o Sonic. A despeito do erro absoluto na condução da série de jogos, Sonic Boom acertou em uma série de TV, apontando que o ouriço ainda tinha potencial e esse potencial de animação seria algo que terá importante repercussão no fim da década.

Mas ainda estamos no meio da década: é 2014 e a Sega errou. O que fazer agora? Sem muito alarde, é anunciado um filme do Sonic nos cinemas. Não se sabe como isso seria. Nem se botou muita fé nesse projeto. Mas em 2014 esse projeto começa a ser feito e nunca mais se teve notícias até anos mais tarde…

No campo dos games, a Sega insistiu por mais um tempo na série Sonic Boom, vindo a lançar outro jogo em 2016. E pisou o pé no freio: a Sega definitivamente se debruçou sobre o que iria fazer. Para não manter a série morta – apesar da sentença dos fãs – ficou lançando games mobile. Mas tantos que ficou a impressão que o Sonic viraria um free play mobile. 2015 e 2016 foi um período tão apagado, mas tão apagado, que a Sega pouco comemorou quanto aos 25 anos da série Sonic, que quase passou meio em branco. Tendo insistido em ir no caminho contrário aos que os fãs pediam, não deu certo e colheu os resultados.

Mas antes de fechar os olhos do ouriço e os fãs baixarem a discografia para fazer suas homenagens, lembra o que dissemos antes? Do embrião que a Sega cuidou, de chamar os fãs na equipe, de testar como realmente motivar os fãs e talz?

Pois é… em 2017 a Sega testou novamente este embrião com Sonic Mania. E o resultado foi esplendoroso: o mais bem avaliado jogo do Sonic da era moderna foi um sucesso absoluto e motivou completamente a comunidade. Para isso precisou recorrer-se agora sim de um jogo contemporâneo estilo clássico, fugindo do estilo híbrido de Sonic Mania. Como um zumbi, Sonic resistia até o fim e a Sega talvez tenha aprendido que ouvir os fãs seja algo positivo para a própria empresa.

 Enquanto isso, a Sega apostou em paralelo com um novo jogo 3D do Sonic: Sonic Forces, que, convenhamos forçou a barra. O jogo não agradou, foi ruim, fez feio e foi logo considerado um dos piores jogos do Sonic. Só não ganhou tanto destaque negativo porque o seu primo Sonic Mania foi o centro de atenção na família.

Com um jogo tão bom e a popularidade em alta, em 2018 a Sega surfou na onda e lançou o DLC de Sonic Mania. Ao mesmo tempo, lançou uma série de curta animação do jogo. Em um ano típico de ressaca pós-sucesso, 2018 foi o replique do terremoto Mania de 2017.

E chega 2019. O filme do Sonic ganhou forma, após a mudança de estúdios.  Ganhando o gabarito de Jim Carrey restaria, enfim, saber como seria o Sonic em live-action. Mas e os games? Bom, no mundo dos games, mais jogos genéricos de olimpíadas e corrida (Team Sonic Racing, talvez o mais fraco dos 3 games de corrida da linha “Racing”).

Voltando ao filme, o visual do Sonic no filme é revelado. E o resultado desagrada os fãs. Pela primeira vez na história, haters, classicistas, modernistas, fanboys e fãs neutros chegam a um acordo: o visual era horrível, péssimo, feio, de extremo mau gosto e algo precisava ser feito, pois por mais positivo e de boa que você fosse, o Sonic estava grotesco. O filme do Sonic é adiado e a Sega ajusta o design. E o novo visual gera a típica sensação de “ufa”. O filme foi salvo – no design ao menos. No campo das animações, a ideia de mini animações do Sonic deu certo e a ideia tende a ser trabalhada nos próximos anos.

Os anos 10 partem para o encerramento e deixam como lição que 1) a Sega continua não sabendo inovar (todas as tentativas de inovação dos anos 10 fracassaram); 2) o Sonic clássico continua por vezes carregando a série nas costas; 3) a ideia de apostar no fator retrô e vintage deu certo e as apostas nesse sentido foram sucesso absoluto; 4) o Sonic não morreu, para o desgosto dos fãs mais críticos, que não veem a hora de finalmente dizer “não disse?”; 5) O Sonic Cycle foi rompido, pois nos fracassos, todos já eram esperados e nos sucessos, não houve um hype forte antes.

A resiliência acabou sendo a marca da série Sonic. Mesmo quando tudo parecia rumar para o pior momento, para a pior crise, de alguma forma algo é feito e o Sonic ganha sobrevida. Os desafios da próxima década serão: e continuará Sonic conseguindo escapar da morte, tal qual escapou do monstro da Toxic Caves? Que rumo a Sega vai tomar nos games: continuará tentando inovar e proporá nos anos 20 a quinqualhésima tentativa de dar reboot e reiniciar a série? Vai insistir na fórmula retrô? Mas será que ainda haverá essa tendência por parte do público nos próximos 10 anos?

Uma coisa é consenso: o filme trará um fôlego e permitirá uma redefinição de estratégias no campo dos games, já que o filme será assunto para um semestre inteiro. E após isso, o próximo evento será crucial para saber o futuro da série Sonic. E nós estaremos aqui para cobrir.

Eu, HKº, e o Skar, desejamos em nome da Power Sonic, um Feliz Ano Novo aos nossos visitantes e ao Sonic! E que 2020 seja um ano de sucesso para todos!

Mensagem de Natal da Power Sonic 2019

E chegou o tempo de Natal. O Natal é um tempo de reconciliação e de pausa, o que nos lembra duas coisas: primeiro que a gente praticamente não tem tempo para mais nada. Quando somos mais novos não vemos a hora de virar adultos e poder comprar nossos próprios games e jogar sem alguém ficar reclamando. Quando ficamos mais velhos, temos o dinheiro para comprar, mas não temos o tempo para jogar… Em segundo lugar, que especialmente no contexto atual do Brasil, que as pessoas perderam a noção de amizade e transformaram tudo em política. No contexto de Sonic essas duas coisas parecem fazer sentido: uma comunidade que é muito dividida e boa parte dela vive de reclamar de tudo, todos e especialmente de Sonic. Nada está bom, tudo está ruim. E quanto mais ruim, melhor. Por outro lado, os fãs das antigas – como nós que fazemos a Power Sonic – já estão na casa dos 30 anos e já não estão mais naquela vibe… e que presente o Natal de 2019 traz para nós fãs do Sonic? Acho que o presente, todos sabem, está por vir: cada dia mais se aproxima o dia do lançamento do filme do Sonic, que certamente colocará o ouriço em evidência – por bem ou por mal (e eu penso honestamente que o filme será bom, por mais que os haters estejam torcendo para ser um fracasso para mais uma vez dizer que o Sonic está decadente e morreu em 1994 ou 1998, 1999, 2000, 2001, 2002, 2003, enfim, cada um fala um ano). Aguardemos as cenas dos próximos capítulos. Feliz Natal a todos 😀

A onda nostálgica de Hollywood arrebata a franquia Sonic

A década de 1990 foi marcante para aqueles que puderam aproveitar a época. Ícones midiáticos que apareceram nos mais diversos formatos no princípio do período e tecnologias revolucionárias que mudaram nossa forma de interagir com o mundo surgiram como marcos de uma época que hoje já está mais de 20 anos distante de nós.

É impossível falar dos anos 1990 sem mencionar os videogames. Com a abertura dos mercados brasileiros a mais bens de origem estrangeira, além da possibilidade da fabricação de itens eletrônicos em solo nacional por meio de parcerias muito bem acertadas, não mais ficaríamos atrasados quanto às novidades que chegavam ao resto do mundo.

Com isso, Mario Bros. e Sonic tomaram as nossas casas, e as disputas entre Nintendo e Sega – que hoje se unem em jogos que têm como tema as Olimpíadas – chegaram junto. Para além das telas de televisão que recebiam os sinais dos consoles, todo um mercado de suporte, que ia das distribuidoras de jogos até as edições de revistas dedicadas a jogos, foi criado para fazer a máquina girar.

A nostalgia que essa época traz, apesar da falta de várias facilidades que hoje temos graças em grande parte à internet – cuja forma embrionária apareceu também nos anos 1990 –, dificilmente será reproduzida de forma igual no futuro. Entretanto, as empresas de mídia têm feito um grande esforço nesse sentido, recuperando franquias e trazendo às grandes telas nossos heróis de outrora. Algo que era quiçá esperado, ao se observar as dificuldades que o mercado cultural de massa tem enfrentado há alguns anos.

Os anos 1990 como ruptura estilística

Em forma puramente estilística, a década de 1990 veio para representar uma enorme quebra em relação ao período oitentista. Esse rompimento era verificado de forma bem clara nos universos do cinema, da música e da moda, que viram repaginadas drásticas.

Nestes três ramos, deixaram-se para trás as cores mais sombrias e a onda pessimista que os anos 1980 carregaram por muito tempo. O “revival gótico”, que era visto em filmes como o Batman de Tim Burton, deu lugar à explosão de cores nos estúdios e nas passarelas. Agora a tendência era ser “cool”, colorido, otimista e até mesmo futurista.

Os videogames acabaram passando pela mesma transformação, cuja maior representação é Sonic. O superveloz ouriço azul com tênis vermelhos, cheio de atitude e lançando mão de todas as gírias noventistas, é um retrato fidedigno da época que testemunhou o seu auge. E, graças aos esforços conjuntos da japonesa Sega com a brasileira Tec Toy para tornar videogames uma mídia de massa no Brasil por meio de consoles como o Mega Drive, o herói acabou se tornando parte do inconsciente coletivo dos anos 1990, até mesmo entre aqueles que nunca pegaram num controle de videogame.

Enquanto os anos 2000 e 2010 têm tido muito mais proximidade com a década de 1980, tanto em visual quanto em pessimismo, a iconografia de Sonic – que poderia ser vista como ultrapassada – continua muito viva. Ela conta ainda com uma grande base de fãs ultradedicados, tanto aqui no Brasil quanto no resto do mundo, que consomem as mídias do herói de forma religiosa, em um fenômeno que é raramente visto com outros ícones dos videogames.

Um “revival” nada novo

A dedicação dos fãs de Sonic ao herói foi sem dúvida uma das motivações para que o seu filme começasse a ser desenvolvido pela Paramount. E o mesmo vale para a sua renovação visual, em uma demonstração clara de que o estúdio estava bem atento para o seu público-alvo, que criticou (de forma mais do que justificada) a potencial representação do ouriço nas telas.

É interessante, entretanto, observar que Sonic não é o primeiro ícone dos anos 1990 a receber um “revival” midiático. A franquia Jurassic Park, por exemplo, ganhou uma nova série de filmes, além de ter recebido destaque em um dos produtos oferecidos na plataforma da Betway caça-níqueis online e em um simulador de parque de dinossauros, Jurassic World Evolution, para Steam e outras plataformas. As Tartarugas Ninja também ganharam um novo filme, além de jogos de celulares de videogames tradicionais, como o Playstation 4. Até mesmo Homens de Preto, que estava fora dos circuitos de cinema desde o começo dos anos 2002, teve sua trama “ressuscitada” na década atual.

Enquanto isso, vemos cada vez menos franquias originais tomando os cinemas. Houve tentativas bem-sucedidas – caso de Jogos Vorazes, que se tornou um grande hit nas telas –, mas (muitas) outras não tiveram o mesmo desfecho.

Surfando na onda da nostalgia

Percebe-se com clareza que em tempos atuais não é fácil conseguir público cativo para “novidades” no mercado de mídia. As maiores bilheterias atuais ficam nas mãos das adaptações de histórias de super-heróis em quadrinhos, que existem desde o século passado, e filmes que conseguem tirar do trono os enredos de herói são em geral os de franquias ressuscitadas, como os supracitados.

Dessa forma, os vieses dos já bem conservadores executivos dos estúdios de cinema de Hollywood são apenas confirmados e, assim, fica muito mais fácil apostar no “boom” nostálgico trazido por um filme de Ghostbusters, que possui inspiração clara na série Stranger Things, da Netflix – que se passa justamente na década de 1980 e acaba assim atiçando também a veia da nostalgia.

Para o mercado, isso pode não ser um bom sinal, uma vez que esse tipo de tendência pode em breve encontrar seu esgotamento, mas, enquanto isso não ocorre, os fãs de franquias como Sonic irão apenas aproveitar o momento e torcer para que o ouriço tenha uma representação digna da sua estatura nos cinemas.

Matéria feita por nossos parceiros ;). Curtiu? O que você espera dessa “onda”? Comente aí!

Retorno do Power Sonic Fórum

Após algumas falhas técnicas apresentadas em nosso site, que levou à necessidade de correções em nossos scripts, nós suspendemos o Power Sonic Fórum. Ontem concluímos a migração do Power Sonic Fórum para um novo endereço, em um server separado da Power Sonic e agora já está tudo funcionando: www.powersonicforum.com.br.

Mas o que é o Power Sonic Fórum?

Antes de existir a Internet haviam os fan clubes, lugares em que fãs de um produto, serviço ou celebridade se reuniam para trocar e compartilhar material e conteúdos. Com o advento da Internet surgiram os Fan Sites e os primeiros canais de comunicação: mIRC, MSN, ICQ.

Foi nesta época que pipocaram os “fóruns”. Os fóruns foram os primórdios das redes sociais modernas, eram locais divididos por temas em que os usuários debatem assuntos em tópicos e posts. O advento do Orkut, Facebook e redes sociais fez os fóruns praticamente acabarem. Hoje em língua portuguesa o Power Sonic Fórum é o único fórum de Sonic ativo na Internet. 

Por que participar do Power Sonic Fórum?

O ambiente do fórum é bem menos rigoroso que o do Facebook. Não há o mesmo controle social, censura a palavras e a necessidade de confirmação de identidades. Pode-se usar nickname. O PSF garante assim um ambiente livre de debate, com regras mínimas para o bom convívio.

Se interessou? Pois venha ser parte da resistência e participe do único fórum ativo de Sonic em 2019: www.powersonicforum.com.br.

PS: Assim como os fan sites e fóruns, nos primórdios da Internet eram comuns os “jogos online”, em geral feitos em flash ou Java em que você joga diretamente em um site, sem precisar baixar softwares. Muitos fãs de Sonic conheceram o ouriço graças ao Ultimate Sonic Flash, talvez o mais famoso game flash do Sonic. No Jogos na Internet você pode curtir uma série desses jogos online gratuitamente.

Do xadrez ao pôker: clássicos personalizados do Sonic para se divertir

Criado por Naoto Oshima, Yuji Naka e Hirokazu Yasuharano no início da década de 1990, o personagem Sonic já tem quase três décadas de vida e ainda continua a marcar gerações em todo o mundo.

Yuji Naka é um dos criadores do personagem Sonic (Foto: Yves Tennevin)

Devido ao sucesso longínquo do famoso ouriço nos videogames, é natural que grande parte dos olhares dirigidos ao Sonic sejam direcionados para os games da franquia. Mas que tal sair um pouco do universo dos consoles e partir para jogos clássicos do Sonic divertidos e estratégicos?

Do xadrez ao poker, não é muito difícil encontrar no comércio online nacional e internacional jogos à moda antiga do ouriço mais rápido do mundo. Basta uma rápida busca nos sites de busca e aparecem diversas opções de clássicos da franquia, seja para colecionar ou para promover muita diversão entre amigos.

Jogo de tabuleiro (Sonic the Hedgehog: Battle Racers)

Sonic the Hedgehog: Battle Racers é um jogo de tabuleiro de corrida de miniaturas que pode ser jogado por até cinco participantes. Os jogadores jogam como Sonic ou com outros personagens, correndo em uma pista cheia de obstáculos, plataformas e badniks.

Para ganhar, os participantes terão que coletar o maior número de anéis possíveis e eliminar todos os badniks que puderem. Além disso, não é necessário apenas ser o mais rápido, também é preciso prestar atenção aos outros pilotos rivais e ainda evitar bater contra as paredes ou cair com os corredores na água.

A cada partida, os jogadores escolhem uma determinada carta de corrida e jogam ao mesmo tempo. As cartas combinam uma ação e um movimento. Na carta de ação, é permitido tomar variadas decisões, como ajustar a velocidade dos pilotos para facilitar a eliminação dos obstáculos.

Já as cartas de movimentos permitem que os jogadores possam saltar ou correr com os pilotos. No fim, o jogador com mais anéis ao final da corrida é o vencedor. Esse jogo pode ser encontrado no site da Amazon.

Xadrez (Sonic the Hedgehog 3D Chess)

“Sonic the Hedgehog 3D Chess” é um jogo de tabuleiro de xadrez em 3D, com os seguintes personagens e objetos: Sonic (Rei), Amy Rose (Rainha), Knuckles the Echidna (Cavalos), Esmeralda Mestre (Torres) e Anel (Peões).

Lançado em 2010, o jogo é baseado no estilo clássico do xadrez, mas com detalhes em 3D para deixar os personagens mais atrativos e divertidos. O conjunto inclui o padrão de 32 peças de xadrez e um tabuleiro de 8×8.

Esse lado lúdico dos fãs com os personagens da franquia deixa a experiência com o xadrez mais leve e proveitosa, além de promover uma série de benefícios para o cérebro. Assim como poker, dama, bridge e go, o xadrez é reconhecido como esporte da mente pela Federação Internacional dos Esportes da Mente (IMSA).

“O xadrez é um dos esportes com maior representação mundial. Na arte, os jogadores muitas vezes buscam um arremate brilhante, ganhar com algum sacrifício de peça, buscando um final magnífico. Na ciência, a evolução das ideias na sociedade”, afirma o pedagogo Wilson da Silva, integrante da Federação de Xadrez do Paraná.

Apesar de estar disponível no site do Mercado Livre brasileiro, “Sonic the Hedgehog 3D Chess” não é um jogo de tabuleiro com ampla venda no comércio nacional e é encontrado com maior facilidade em sites de compras do exterior.

Pôker (Sonic The Hedgehog Classic Playing Cards)

Disponível para compra no ebay, “Sonic The Hedgehog Classic Playing Cards” é um baralho de cartas customizado do Sonic muito bem desenhado e com vários personagens da franquia. 

Uma ótima dica para aos fãs se divertirem com o baralho personalizado do Sonic é organizar jogos de pôker entre amigos em casa. O home game de pôker é uma ótima oportunidade de reunir as pessoas, mas para isso é necessário cuidar de alguns detalhes.

Para jogadores que não estão muito habituados a jogar poker, o esporte das cartas é cercado de probabilidades e estratégias. A clássica modalidade Texas Hold’em é uma das mais simples de aprender entre amigos e ninguém precisa ser um mestre das probabilidades para se dar bem no jogo.

Com relação ao ambiente para a prática do poker, o ideal é que ele seja bem iluminado para que os jogadores se sintam mais confortáveis na mesa. Além disso, por se tratar de uma partida recreativa entre amigos, colocar uma música ambiente com volume moderado pode deixar os convidados ainda mais à vontade.

 

Bebidas e petiscos são cruciais em um home game de poker (Foto: Tookapic)

Bebidas e petiscos também não podem faltar em um home game de poker, pois as partidas podem durar muitas horas. O conforto dos assentos é outro fator a ser levado em conta. Não são necessárias cadeiras luxuosas, mas elas precisam oferecer aos jogadores uma experiência agradável.

Se você for craque no poker, procure ajudar os amigos que não que não estão muito familiarizados com essa modalidade. Uma boa dica é jogar com uma colinha com o valor de cada uma das combinações de cartas. Outra é fazer algumas rodadas iniciais com as cartas abertas para ensinar algumas jogadas e facilitar com que todos peguem o jeito.

Por último, os fãs do Sonic podem ousar com a criatividade, como imprimir os personagens da franquia e colocá-los nas fichas e utilizar outros utensílios personalizados com a cara do ouriço mais rápido do mundo.

Outras alternativas de jogos da franquia

O jogo de tabuleiro “Monopoly – Sonic The Hedgehog”, à venda no Mercado Livre, também não deixa de ser uma boa opção para colecionar e se divertir.

Por fim, não poderia faltar os clássicos puzzles do Sonic, muito populares ente os fãs mais jovens do ouriço mais rápido do mundo. Em sites de e-commerce populares, como Carrefour, Ponto Frio e Casas Bahia há opções de quebra-cabeça do Sonic para diferentes gostos e desafios.

A fase clássica de Sonic 2 que influenciou rivais e até mesmo jogos mais modernos

A fase clássica de Sonic 2 que influenciou rivais e até mesmo jogos mais modernos


A Sega já fez o Sonic passar por diferentes universos, desde mundos aquáticos até aos mais futuristas. No entanto, um dos mapas mais clássicos do game se passa em um ambiente fora do comum. A fase Casino Night Zone apareceu, pela primeira vez, no segundo jogo e com uma temática inovadora de jogos de apostas. A ideia foi um sucesso, e inclusive acabou servindo de inspiração para outras franquias de videogames.

Sonic the Hedgehog 2 foi lançado em novembro de 1992, cerca de 15 meses após o primeiro jogo da franquia. A novidade tinha como objetivo repetir o sucesso do primeiro game, que conseguiu vender mais de 15 milhões de unidades, como mostram os números da revista Exame. Além de apresentar a raposa Tails, o jogo também foi responsável por algumas fases que se transformaram em clássicas.

Entre elas, está a brilhante e temática Casino Night Zone. Ela levava Sonic para o universo dos jogos de cassinos, inclusive com máquinas caça-níqueis que permitiam ganhar mais argolas na fase. Além disso, o cenário também tinha alavancas típicas de jogos pinball, que podiam deixar o ouriço azul ainda mais veloz. Apesar de divertida, ela não era nada fácil e isso fez com que os fãs não esquecessem do empenho para avançar.

A fase foi um dos motivos do sucesso de Sonic 2, que mesmo tendo vendido apenas seis milhões de unidades é considerado um sucesso pela logística da época. O jogo vinha de graça para quem adquirisse o Mega Drive III, entre 1994 e 1996. Logo, muitas pessoas adquiriram o console apenas pela oportunidade jogar uma das franquias mais populares dos anos 90 e que continua forte até hoje.

Os retornos da fase

Casino Night Zone já apareceu em outros três jogos da franquia Sonic, algumas vezes como bônus e outra como uma fase completa. Em 1995, o game de corrida Sonic Drift 2 foi lançado com um circuito localizado no cassino do segundo jogo. O tema clássico ajudou no sucesso de vendas, inclusive no Brasil. Uma edição exclusiva para Master System, nos anos 90, alavancou as vendas do console, que atingiu quase 8 milhões de unidades.

A fase voltou a aparecer em Sonic the Fighters, um game arcade que tentava ganhar espaço nos jogos de luta da época. Um dos cenários, e um dos adversários, se passava exatamente no cassino virtual do universo de Sonic. O jogo foi lançado originalmente em 1996, mas teve um relançamento em 2012, quando foi disponibilizado para os consoles modernos da época, como o Playstation 3 e o Xbox 360.

Em 2011, a Casino Night Zone fez a última aparição inédita na franquia do melhor jeito possível. O jogo Sonic Generations foi uma espécie de homenagem aos antigos clássicos, trazendo de volta algumas fases tradicionais com o visual moderno. O cassino da franquia foi disponibilizado na versão do Nintendo 3DS, já que nos outros consoles era apenas uma fase bônus. Um retorno que agradou quase todos os fãs. Vale lembrar que evidentemente há uma fase baseada no game no jogo Sonic Pocket Adventure, todo baseado no Sonic 2.

Mudando uma geração

Sonic é uma das figuras mais importantes no cenário de games, inclusive pela influência que teve nos jogos e consoles. No entanto, o impacto cultural também não pode ser deixado de lado. A fase Casino Night Zone foi pioneira em usar o tema de cassino, e assim popularizar a diversão dos jogos de apostas. O resultado, após alguns anos, é ver que tal temática se popularizou e possui diferentes braços no mundo virtual.

Na internet, existem diferentes sites de apostas que conseguem trazer o real para o mundo virtual. Por exemplo, , o portal da Betway possui um cassino online com recursos que simulam os jogos mais tradicionais dessas casas, como roleta, caça-níqueis, pôquer e até blackjack em uma só plataforma. É uma evolução que foi possível, não apenas pela tecnologia, mas também pela cultura de jogos de apostas que cresceu na web.
Outros jogos mais modernos também se utilizam deste recurso, e da influência feita nos anos 90. A gigante Rockstar Games é um dos exemplos disso, já que sempre disponibiliza alguns jogos de cassinos nas franquias mais tradicionais da empresa. O game Red Dead Redemption 2, que vendeu mais de 23 milhões de unidades em 2018, segundo o portal da IGN Brasil, possui locais onde é possível jogar pôquer e blackjack com o personagem principal.

Influência em franquias rivais

A ideia de criar uma fase com a temática de cassino fez com que Sonic fosse copiado até mesmo por franquias rivais. É caso de Pokémon, quem em 2004 lançou os jogos FireRed e LeafGreen com uma espécie de cassino dentro de uma das cidades em que o personagem visita. A desenvolvedora Game Freak viu a repercussão positiva e repetiu a ideia em jogos futuros da série.

Porém, a maior surpresa vem da Nintendo. Em 1996, a gigante japonesa lançou o game Super Mario RPG: Legend of the Seven Stars para o Super Nintendo. Além de ser uma novidade no estilo de jogo, ele também vinha com um cassino dentro do enredo. O local, chamado de Grate Guy’s Casino, era uma oportunidade para conseguir mais moedas e também se divertir com os jogos de apostas. Ou seja, até mesmo o arquirrival do Sonic se viu influenciado pela Sega.

Atualmente, o tema de cassino é amplamente utilizado nos jogos, principalmente nos mais modernos. Apesar de existirem outros fatores para isso, é impossível tirar os méritos de Sonic pela iniciativa tão cedo. Com quase 30 anos de história, Sonic the Hedgehog 2 fez com que a fase Casino Night Zone se transformasse em um marco até mesmo cultural, e os fãs já esperam que ela retorne com os futuros lançamentos da franquia.

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