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Revelada nova personagem do Sonic Frontiers
Junto com as novidades de hoje, temos a revelação da figura misteriosa que aparece nos trailers, ela é a Sage. E de acordo com a própria SEGA:
Novo vídeo e imagens do Sonic Frontiers
Finalmente foram reveladas imagens do Cyberspace que foi vazado durante o mês de Junho e mais ainda com o Sonic Origins. A Nintendo Direct mostrou mais do Sonic Frontiers revelando partes bem interessantes, confiram:
Fragmento de Sonic Frontiers mostrado en el Direct. Primer vistazo al Cyberspace y a un enemigo nuevo. pic.twitter.com/2V2QyP4QZt
— Sonic Paradise (@sonicparadise) June 28, 2022
Entrevista da IGN com o escritor do Sonic Frontiers
Ian Flynn, conhecido por escrever as comics do Sonic na IDW, é o responsável por escrever a história do Sonic Frontiers, e a IGN o entrevistou a respeito.
IGN: “Você faz parte da série Sonic há um bom tempo, agora, seja pelas comics, show da TV ou os jogos. Como foi escrever a história do Sonic Frontiers comparado com tudo o que você já fez?”
Ian Flynn: “Foi uma experiência diferente, com certeza. Nas outras mídias, eu era o encarregado de tudo, história, personagens, temas, etc. No Frontiers, a SEGA é quem proveu a história, personagens usáveis, trama, etc. Então foi uma experiência bem diferente de tudo o que eu já havia feito.
Dito isso, trabalhar com um jogo principal do Sonic foi um sonho virando realidade, e uma experiência de aprendizado incrível. Espero que todos possam aproveitar o que eu trouxe para o jogo.”
IGN: “Você pode nos dar uma prévia do que o Sonic e seus amigos estão aprontando no Frontiers?”
Flynn: “Sonic, Tails e Amy embarcam para a Starfall Island para investigar o desaparecimento das Esmeraldas do Caos. Uma reviravolta drástica acontece logo de cara e o Sonic é deixado sozinho com várias perguntas. A história é a jornada do Sonic em descobrir os mistérios dessas ilhas, resgatar seus amigos e descobrir como consertar tudo.”
IGN: “Como um jogo ‘Open Zone’, a história do Sonic Frontiers é contada de uma forma bem diferente dos jogos anteriores. Você pode nos contar sobre os desafios de escrever uma história para um jogo não linear?”
Flynn: “O maior desafio foi como criar o ritmo da história enquanto o jogador tem a liberdade de explorar as ilhas no seu próprio ritmo. Isso teve que ser revisado e muito bem pensado conforme o jogo ia tomando forma. Será interessante ver como isso vai ficar com a versão final do jogo.”
IGN: “Enquanto eu jogava Sonic Frontiers, tive a sensação de solidão e uma atmosfera de mistério, com as melodias melancólicas do piano, uma ilha quase que sem vida e o Sonic que começa o jogo separado de seus amigos. Como essa sensação que emana da jogabilidade se traduz no tom da história e você pode comentar como é escrever para o Sonic nessa situação única?”
Flynn: “‘Melancolia’ é uma boa palavra para definir a história. O espírito indomável do Sonic o carrega através da aventura, e é isso o que permite ajudar os seus amigos, enquanto eles enfrentam os próprios desafios. Um outro alguém que você encontra terá a própria identidade formada através das interações com o Sonic, o que nem sempre é um processe confortável. Então existe o segredo das Starfall Islands e como a tragédia do passado levou a aventura do presente. A atitude do Sonic de nunca desistir, sem dúvidas, é posta a prova.
Tudo isso é para dizer que mesmo que tudo pareça bem solitário, nunca se perde a esperança, pois o Sonic sempre está ao nosso lado.”
IGN: “O que você espera que os fãs de Sonic entendam com a história do Frontiers?”
Flynn: “Para os novos jogadores, eu espero que eles aproveitem o tempo que passarem com o Sonic, conheçam um pouco dos seus amigos e se sintam satisfeitos com a jornada de descobrir os mistérios do jogo. Para os jogadores de longa data, espero que eles gostem do arco de cada personagem e as conexões que tentei fazer entre o Frontiers e os demais jogos da série Sonic.”
Por enquanto é isso. Esses foram os pontos mais importantes da entrevista. Como estão as suas impressões sobre o Frontiers?
Entrevista com Takashi Iizuka sobre o Sonic Frontiers e um possível Sonic Adventure 3
O site Video Games Chronicle conduziu uma entrevista com o chefe da Sonic Team, Takashi Iizuka, onde fizeram perguntas bem interessantes sobre o jogo e como as pessoas estão reagindo a ele.

Não há duvidas que os vídeos iniciais da IGN que revelaram o jogo causaram mais dano do que qualquer coisa ao ponto de diversos pedidos de adiamento do jogo terem sido feitos, já que o mesmo está previsto para ser lançado ainda este ano. Tudo isso somado a polarização das impressões de diversos sites e pessoas que estiveram no Summer Game Fest, onde uma parte acha que o jogo está ótimo, enquanto a outra parte acha que o jogo parece fora de tom e precisa demais tempo de produção.
Para esse sentimento, Takashi Iizuka disse o seguinte:
“Não é uma surpresa. Nós entendemos que todos estão apenas reagindo aos vídeos que eles viram, e por eles não entenderam o que é esse novo gameplay, eles estão comparando a outros jogos que já conhecem. Então nós estamos vendo muito ‘é tipo esse jogo, é tipo aquele jogo, mas não é como esse jogo nem como aquele jogo’.
E de fato, a equipe está indo com tudo para criar um novo formato de jogo para o Sonic, e estamos chamando isso de Open Zone. E esse novo sistema de jogo é algo que não existe em nenhum outro jogo comparável, então nós esperamos que de agora até o lançamento do jogo consigamos explicar o que esse conceito de Open Zone é.
Se as pessoas vierem a Gamescom ou a Tokyo Game Show, elas poderão jogar e entender sobre o que o Sonic Frontiers é. Porque até agora, as pessoas estão apenas assistindo vídeos de pessoas reagindo ao que elas acham que o jogo é.”
Com relação aos aspectos técnicos do jogo que as pessoas estão apontando, coisas como bugs, glitches e problemas técnicos, Iizuka disse:
“Com relação aos problemas técnicos, o jogo ainda está em desenvolvimento e estamos entrando no estágio de debug, então alguns desses problemas estão sendo analisados e resolvidos. O jogo está polido e jogável, mas nós estamos nos estágios finais de produção.
Não é como se o jogo fosse ter outra aparência ou jogabilidade… nós estamos ‘limpando’ o jogo agora e colocando-o no ponto para submetê-lo para receber a certificação. Então o que estamos mostrando não é uma versão super antiga, mas nós entendemos alguns dos pontos a respeitos de bugs que estão fazendo e eles serão resolvidos.”
Com relação aos diversos pedidos de adiamento do jogo, que chegaram ao topo do Twitter, foi perguntando se é possível que isso ocorra, e Iizuka respondeu:
“Frontiers está em desenvolvimento agora, e estamos fazendo diversos testes de jogabilidade com o nosso grupo alvo, que é formado de pessoas que jogariam Sonic e gostariam disso. De acordo com esses testes, nós estamos considerando o feedback, mas nós também estamos recebendo várias respostas positivas de pessoas que dizem algo como ‘me diverti muito com este jogo, eu daria uma nota 8 ou 9 para ele’.
Então, sentimos que estamos chegando no ponto onde o jogo está pronto, e as pessoas gostarão dele, e nós queremos o jogo nas mãos dos fãs assim que possível.”
Além disso, é perguntado a Iizuka sobre um possível Sonic Adventure 3 e como este jogo se compararia com o Frontiers e se um remaster dos Adventures seria possível:
“No futuro, sim, o Sonic Adventure 3 existe como uma ideia que em algum momento seria legal explorar, mas nós não temos planos para isso por agora. Agora é tudo focado no Frontiers. Quero apenas deixar isso bem claro!
Mas, sim, como alguém que fez o Sonic Adventure 1 e 2, está na minha cabeça como uma ideia em potencial para o futuro.
Quando eu penso no que eu gostaria de fazer com os jogos antigos para trazê-los para uma audiência mais moderna, existem várias coisas que eu gostaria de fazer.
Mas se falarmos apenas em remasterizar esses jogos, para mim é só colocar novos gráficos e polir algumas coisas… é o mesmo jogo, mas com uma aparência melhor e não é isso o que eu quero fazer. Existem várias coisas a mais que eu gostaria de fazer ao criar um novo Sonic Adventure, e é por isso que não existem remasters deles.”
Bom, não é a primeira vez que ouvimos essa história de “os jogadores não entendem como o jogo é” no mundo dos games e isso não acaba bem na grande maioria das vezes. Mas e o que você acham do Sonic Frontiers até agora?
Entrevista da IGN com o diretor do Sonic Frontiers
O site IGN conduziu uma entrevista com o diretor do Sonic Frontiers, Morio Kishimoto, onde ele fala mais um pouco sobre o a natureza open world do jogo:
IGN: Por que o jogo está sendo tratado como open zone ao invés do open world?
Morio Kishimoto: “Plataformers baseados em fases geralmente possuem um world map. O nosso Open Zone é um world map, só que nós o fizemos completamente jogável.
Um world map que inclui elementos de fases é algo que realmente não havia sido feito antes, então nós viemos com esse conceito para um novo jogo. O que geralmente é definido como Mundo em outros plataformers baseados em fases, é chamado de Zona nos jogos do Sonic, então nós o combinamos com o conceito de aberto, o que refere a explorar livremente o local onde você está. Então é isso o que Open Zone significa.
O Super Mario Bros. 3 saiu no Japão em 1988 e provavelmente foi o primeiro jogo a introduzir um world map. Esse sistema vem sendo usado em inúmeros jogos de plataforma até hoje. Uma verdadeira evolução desse conceito de world map é o que vemos no Sonic Frontiers. Nós queríamos prover uma experiência de nova geração de um plataformer baseado em fases. Mas como nós evoluímos um plataformer baseado em fases como o Sonic neste novo Open Zone? É isso do que o Frontiers é feito.”
Geralmente, o world map de um plataformer baseado em níveis é um ponto de partida para onde o jogador vai para cada fase. Mas de acordo com o que o Kishimoto disse, o Open Zone do Sonic Frontiers é algo maior do que um simples world map em 3D, como os do Mario 64 ou Sonic Adventure.
“Os Open Zones são o centro da jogabilidade do Sonic Frontiers, e as fases existem dentro dos elementos dentro dessas áreas. Desde rails, a loopings, plataformas, etc. O Open Zone está cheio da ação atlética que tanto gostamos nos jogos do Sonic.”
Já que este conceito de Open Zone foi baseado em world maps, Kishimoto vê o Sonic Frontiers mais como um competidor direto a jogos como Mario, Kirby e Donkey Kong, do que a jogos onde você pode vagar livremente pelo mundo. Então é mais correto comparar o Sonic Frontiers com jogos como Mario Odissey ou Bowser’s Fury, e o que diferencia esses jogos do Frontiers é a alta velocidade.
“Em Open Zone, a jogabilidade de alta velocidade pode levar você a qualquer direção sem as restrições dos limites das fases.
Em jogos anteriores do Sonic, nós aumentamos gradualmente a dificuldade de cada fase para atingir uma quantidade de tempo de jogo que satisfizesse os jogadores. É natural que um jogo de plataforma baseado em fases se torne mais difícil conforme você progride no jogo. Porém, um grande ponto nos jogos do Sonic é que maior dificuldade pode ser um problema para a sensação de velocidade. No Sonic Frontiers, o Open Zone já oferece uma grande quantidade de conteúdo, então aumentar a dificuldade para aumentar o tempo de jogo não foi necessário. Do começo ao fim, nós pudemos manter um senso de velocidade ideal para um jogo do Sonic.”
Aqui, então, é onde entram os puzzles, é uma forma que os desenvolvedores encontraram de desafiar os jogadores.
“Alguns puzzles testarão o seu cérebro, enquanto outros exigirão mais das suas habilidades mecânicas e reflexo, ou até mesmo serão um mini game a parte. Dito isso, nós incluímos formas de prender o jogador a esse tipo de gameplay, de forma que eles sempre procurarão pelo próximo puzzle.”
Com a introdução do Open Zone, Sonic Frontiers trará mais conteúdo do que qualquer outro jogo do Sonic até então. Serão ao todo de 20 a 30 horas de jogo para completar o jogo, mas se você quiser completar 100%, poderá gastar o dobro do tempo.
“Enquanto isso pode parecer raro em jogos de plataforma baseado em fases, nós decidimos introduzir um sistema de árvore de talentos e a habilidade de fazer o Sonic passar de nível ganhando experiência.
Até mesmo a velocidade do Sonic pode ser melhorada. Ao correr, um velocímetro mostrará a sua velocidade e ela pode ser melhorada. Detalhes como este mostram que não importa o quanto mudemos a fórmula do jogo, o conceito básico dos jogos do Sonic nunca muda, a velocidade.
Em jogos passados do Sonic, alguns jogadores gostavam de fazer Time Attack nas fases, agora acho que será algo interessante fazer Speedrun do jogo inteiro.”
Por enquanto é isso. Notícias e detalhes sobre o Frontiers estão saindo aos poucos durante este mês e com o fim do ano chegando, e com a confirmação de que o jogo não será adiado a menos que alguma catástrofe aconteça, é provável que veremos mais e mais notícias nos próximos meses.
Entrevista com Takashi Iizuka sobre o Sonic Frontiers e teaser do Sonic Prime
Começando pelo Sonic Prime, a animação do Sonic que está vindo para a Netflix, um novo teaser foi revelado, mostrando a presença de um personagem interessante, confiram:
https://twitter.com/NetflixGeeked/status/1535316114779119616
Agora temos uma entrevista de 7 minutos com o chefe da Sonic Team, Takashi Iizuka, falando mais sobre o Sonic Frontiers:
Principais pontos:
- Aparentemente, os jogos 3D do Sonic não tentarão mais apelar para os fãs do Sonic clássico e moderno ao mesmo tempo. Tanto que desta vez, teremos o Sonic Origins para os fãs do clássico e o Frontiers que será focado no Sonic moderno;
- Sonic Frontiers foi a tentativa de criar algo diferente, expandir os horizontes e os limites dos jogos 3D do Sonic;
- Depois do Sonic Forces, a equipe começou a pensar no que fazer para o próximo jogo e então resolveram quebrar as barreiras do que eram os jogos 3D do Sonic e trazer a jogabilidade a um mundo mais aberto, pois apenas assim poderiam criar algo que os fãs não tinham visto antes na série Sonic;
- Outros jogos de mundo aberto usam elementos de RPG e aventura para adicionar a fórmula da jogabilidade, o Sonic Frontiers usará mais o lado da ação para isso;
- A ideia era mesmo quebrar o conceito de “algo ruim aconteceu, conserte” e para isso basta você ir daqui até ali. Então essa sensação de perdido que muitos estão tendo, como se o jogo não tivesse direção, é intencional. O Sonic não faz ideia do que está acontecendo nem como consertar, e parte da experiência do jogo é irmos descobrindo isso junto com ele;
- Explorar e expandir o mundo aberto é parte do jogo. Existirão vários tipos de puzzles, desde alguns que exigirão perícia no controle, a outros que pedirão mais do seu intelecto;
- A trilha sonora não será de ação, como costumamos ver nos jogos do Sonic, onde é algo mais rápido e com mais batidas. Agora será tudo neste mesmo tom do que ouvimos no trailer, para manter uma ar de mistério;
- Takashi Iizuka já mudou de ideia novamente e agora pretende continuar a série Adventure algum dia e espera que o que foi feito no Frontiers possa ser usado nele.
Novidades da Sonic Central e Sonic Frontiers
Tivemos várias novidades sendo reveladas ao mesmo tempo. Dois grandes vídeos foram ao ar na mesma hora o que causou uma divisão completamente desnecessária de atenção.
De um lado tivemos um novo episódio da Sonic Central, onde várias novidades do mundo do Sonic foram reveladas:
- Nova parceria com o Fall Guys, onde teremos roupas do SOnic, Tails e Knuckles;
- Novas mercadorias;
- Uma nova animação focada no Knuckles para explicar os eventos que precedem o Sonic Frontiers;
- Novo teaser do Sonic Frontiers;
- Novo teaser do Sonic Prime, revelando o Shadow;
- Informações sobre o Sonic Origins;
- Novo evento exclusivo da Sonic Central no Sonic Speed Simulator;
- Novos eventos vindo para o Sonic Forces: Speed Battle.
Agora temos a preview do Sonic Frontiers feita pela IGN. Boa parte do mostrado no jogo já foi revelado nos outros 2 trailers, mas uma parte ou outra é nova:
A ideia era criar um jogo de ação em 3D em uma espaço amplo e bem aberto.
Em termos de história, Sonic, Tails e Amy são sugados por um buraco de minhoca e Sonic acaba separados dos seus amigos e tudo o que se tem é a voz de uma I.A. guiando o Sonic para coletar todas as esmeraldas do caos.
Vários puzzles simples estão espalhados pela fase e são usados para destrancar novas áreas.
Em termos de combate, Sonic pode até mesmo bloquear ataques inimigos com o tempo correto de reação e existem várias formas de derrotar cada inimigo.
Inimigos derrotados dropam xp e você usa essa experiência para destravar novas habilidades na skill tree.
Confirmado que a build que foi disponibilizada para a IGN é uma build antiga.
Novo vídeo de gameplay do Sonic Frontiers
Desta vez temos um vídeo de 6 minutos do Sonic Frontiers focado no combate, onde podemos ver o Sonic usando diversas habilidades para lidar com os inimigos:
É possível notar o Sonic usando não apenas Homing Attacks, mas também chutes, socos, stomps e até mesmo disparando rajadas de projéteis. A habilidade de criar um círculo de energia ao redor do alvo parece ser bem útil, pois o lança par ao alto, deixando-o vulnerável a ataques.

















